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domingo, 25 julho 2021

O coronavírus, os turcos e a água de colônia

Enquanto os alemães, no auge do pânico por causa do coronavírus, guardavam papel higiênico, os franceses vinho e preservativos e os americanos armas e comprimidos, os turcos resolveram estocar água de colônia.

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Enquanto os alemães, no auge do pânico por causa do coronavírus, guardavam papel higiênico, os franceses vinho e preservativos e os americanos armas e comprimidos, os turcos resolveram estocar água de colônia.

A preferência dos turcos pela „Kölnisch Wasser“ é de longas datas, tendo origem ainda no século XIX, e, quando começou a crise por causa do COVID-19, muita gente na Turquia resolveu estocar enormes quantidades de „kolonya“, que é como a água de colônia lá é conhecida.

A água de colônia original (echt Kölnisch Wasser) vem de Colônia, na Alemanha, onde foi criada no século XVIII por Johann Maria Farina, perfumista italiano que vivia na cidade.

Hoje, além da marca Farina, é também internacionalmente conhecida como „Eau de Cologne“ original a marca 4711, criada no início do século XIX por Wilhelm Mühlens, que escolheu „4711“ como nome por ser esse o número do prédio da matriz da empresa na Glockengasse.

Na Turquia, a água de colônia já é usada há muito tempo para a desinfecção das mãos, bem antes do coronavírus, e é tradicionalmente oferecida em restaurantes e em ônibus interurbanos.

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Bom, já que o negócio era estocar, o estoque dos turcos foi pelo menos o mais cheiroso 🙂

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